Healthy Eating#3 - Come a Sopa Ana, come a Sopa!

quinta-feira, abril 21, 2016
PT
Sopa! Hoje quero falar-vos sobre a sopa.

Ora aqui está algo que até há uns anos era a base de todas as refeições (conhecem algum avôzinho que dispense a sua sopinha? O meu, não. Sim, aos 47 anos ainda tenho avô :-D) e que infelizmente tem vindo a cair em desuso. Eu própria tive uma fase na minha vida em que virei costas à mesma. Mas não sem consequências.

A sopa esteve sempre presente às minhas refeições, em criança. Claro que, tal como muitas outras, também eu refilava para comê-la. Eu era "má de boca". Mas nem por isso ela deixava de me aparecer à frente. Sofri, mas hoje agradeço à minha mãe por não vacilar. É um dos melhores hábitos alimentares que se pode criar para a vida. Sei-o bem e não a dispenso. Almoço e jantar. Todos os dias.

E, agora, faço questão de criar esta boa rotina nos meus filhos! Não sou do tipo de mãe que obriga a comer a comida toda no prato. Caso sejam crianças saudáveis e que se alimentem normalmente bem (friso bem o ponto), não vejo por que obrigá-las a empaturrar-se quando não querem mais. Até porque, no caso das minhas, não foram elas que escolheram a quantidade colocada. Não obrigo a comer tudo, mas sim a comer um pouco de tudo o que têm no prato.

Agora, quanto à sopa não há discussão. Podem até nem comer mais nada, mas a sopa é fundamental. E assim, eu tenho a certeza que têm o aporte necessário de legumes que lhes vai proporcionar as vitaminas, minerais, antioxidantes e fibra que precisam.

Não apenas pela quantidade de bons nutrientes que ingerimos quando a comemos, mas sobretudo pelo seu papel no controlo da quantidade de alimentos que vamos ingerir após, a sopa tem um papel muito importante.

Numa época em que a obesidade infantil é um mal crescente, há que voltar aos "bons velhos tempos". Mas não se esqueçam que o exemplo tem de vir de cima. Vai ser muito difícil convencer uma criança que diz não gostar de sopa a comê-la se a mesma não vir os seus pais a fazê-lo. Ou pelo menos a sua mãe. E disto tenho a prova viva em casa. Quando a minha filha me diz que não lhe apetece comer a sopa, digo-lhe "O que é que a mãe está a comer? Sopa. Se eu como, vocês também comem. Não há discussão" :-D


Se a sopa é odiada por algumas crianças, a mesma é adorada pelos nutricionistas. E a minha (perdoem-me as demais, mas a minha é a melhor de todas :-D) não é excepção. 

A Dra Mariana Chaves no seu recém-lançado livro, com imenso sucesso, Dieta Única apresenta-nos um capítulo chamado Crime Perfeito, com alguns segredos. Um deles encaixa aqui na perfeição!

"Segredo N.º2 - Faça uma cama de vegetais no estômago

....Este deve ser também um hábito no início das refeições. Os primeiros alimentos a meter na boca serão sempre os vegetais. Estamos desta forma a forrar o estômago com fibra e anti-oxidantes, não só por razões de volume (para o encher), mas também para que esta fibra se agarre à gordura que vem a seguir, não sendo assim absorvida na sua totalidade pelo organismo."

Estão a ver? 

Amanhã, mostro-vos uma receita de uma sopa saudável com um outro ingrediente recente na minha alimentação. Há que desafiar o nosso paladar e experimentar alimentos novos. Surpresas boas acontecem!

Fiquem atentos!

Embaixada - passaporte para uma Latitid

quarta-feira, abril 20, 2016
PT
Adoro praia e tudo relacionado com ela. Sempre fui fã das marcas brasileiras de bikinis e fatos de banho - Lenny, Salinas, Cia. Marítima... Mas, Portugal anda cada vez mais a dar cartas no que diz respeito ao Swimwear! Nos últimos anos tem havido uma explosão de marcas a apostar na moda de praia e com peças super, super giras.

Uma delas é sem sombra de dúvida a Latitid. Uma marca que já tinha debaixo de olho há algum tempo, mas que ainda não tinha comprado nada. Compro praticamente de tudo online mas não compro bikinis sem os experimentar e como não tinha ido à Embaixada... Pois bem, perdi-me de amores.

Acho imensa graça ao conceito da marca (poderão lê-lo aqui) e à inspiração para esta colecção - a cidade de Istambul. Ainda, ao facto de todas as peças serem assinadas com a Latitude - 41º00’38.18”N - que corresponde ao mundialmente reconhecido Grand Bazaar.
Já tinha visto a colecção online mas é muito diferente ver as peças ao vivo! E depois de experimentar, ainda se gosta mais.
Os modelos, as cores e a vista para o jardim... <3
E eu não resisiti a este padrão.
Até a bolsa para guardar os bikinis é gira :-D 

E foi com estes modelos que eu me perdi <3
Poderão dizer "Com tantas opções porquê dois bikinis com os mesmos tecidos?" :-D Pois... também pensei o mesmo, mas com estes 2 posso transformá-los em 4. As partes combinam lindamente entre si e fico não com 2 mas com 4 bikinis!
Para mim, os drapeados destas alças são os pormenores que mais se destacam nesta colecção.
Vem, calor, vem! Tenho coisas novas a estrear!

Uma Ida à Embaixada para um passaporte para...a praia

terça-feira, abril 19, 2016
PT
Uma Embaixada um pouco diferente do que podem estar a pensar. Um espaço muito giro onde ainda não tinha ido e do qual fiquei fã. A Embaixada é um espaço comercial situado num emblemático edifício lisboeta situado no Princípe Real, mesmo em frente do jardim, e onde poderemos encontrar, para além de dois restaurantes, várias marcas portuguesas.

Eu fui visitar duas, que me deixaram cheia de vontade de ter um passaporte para a praia! De uma, já aqui falei aquando do lançamento da nova coleção (aqui) - a Suuim. Uma visita e pronto! Acabei por não resistir e comprar umas coisas mais!

Digam-me lá se as toucas antigas de banho (na foto de abertura) transformadas em malas não são um amor? Eu tenho uma, antiga (2 colecções atrás, creio eu), que me farto de usar, mas em versão bolsa de praia. Este ano, voltaram em força! Não poderiam estar penduradas num cabide mais apropriado...LOVE!

Não vou falar dos fatos de banho, porque já o fiz no outro post. Contudo, tenho de destacar os ponchos de praia, cujos novos padrões acabaram de chegar! São tão lindos! É uma perdição e uma verdadeira "desgraça" :-D 

Vejam como os miúdos ficam tão giros com eles vestidos. E são super práticos.
Mas o que me encantou desta vez e me fez reviver o meu passado foi isto!
Almofadas de praia? Não, não são outros modelos semelhantes às famosas Caia! :-) São as almofadinhas do tão antigo jogo dos saquinhos ou das pedrinhas!!! Brinquei tanto com isto na minha infância! Vocês não? Tanto com as almofadinhas bem como com pedrinhas! Adorava e era uma máquina, modéstia à parte eheheh...
Mas há mais! O revivalismo não fica por aqui. Eu fiquei doida quando vi. Tive que comprar também. Embora, este jogo vai ter de ficar fora do alcance dos meus filhos porque acho que não iria correr nada bem... :-D
Conseguem adivinhar o que é? Não são lápis de colorir, não...
É o famoso jogo de praia dos pregos! O tanto que joguei! Apenas não eram tão glamorosos quanto estes! 

Que 2 ideias tãaao giras e sugestões tão originais para prendas. As mais novas poderão nem achar muita graça, por não saberem como se joga, mas tenho a certeza que as suas mães vão adorar ensinar-lhes e jogar com elas!

Eu já tenho ambos comigo e, pelo menos o dos saquinhos, planeio brincar muito com eles na praia. Obrigada Suuim por trazer de volta um pouquinho das coisas boas da minha infância.

Como este post já vai longo, o outro "carimbo" para o meu passaporte para a praia fica para o próximo! Fiquem atentos.

Arts&Culture#7 - A nutrição na Dança

segunda-feira, abril 18, 2016
PT
Há uma questão que assombra os pais que têm crianças a estudar ballet: Como evitar o descontrolo alimentar tão comum neste meio?

Esta questão está ainda longe de ser resolvida. Por mais que se tenha atenção aos sinais, continua a ser difícil evitar que aconteça. E quando acontece, apanha sempre as famílias de surpresa, desprevenidas e completamente despreparadas para enfrentar o que se segue. Neste caso, assim como em tantos outros, procurar informação é fundamental. Para pais, filhos e professores, também.
A incidência de casos na dança é muito acentuada.

Posso falar porque vivi, de perto, com casos de anorexia/bulimia e é uma questão que afecta não só o envolvido e família. Afecta um grande círculo de pessoas que convivem, trabalham e interagem com o caso. Somos apanhados numa trama de mentiras, encobrimentos, manobras de persuasão e de diversão. Não é algo que se deva tratar ou olhar de ânimo leve. Os casos mais agudos podem levar à morte. É muito triste de ver e assistir.

O grande erro é olhar-se para o "invólucro" da bailarina e tentar alcançá-lo da maneira mais rápida e não a mais correcta. Uma bailarina não é feita de apenas um corpo bem treinado. Uma bailarina deve ser uma artista, completa e essa exigência requer muito mais do que apenas atributos físicos.
É um facto que as bailarinas (clássicas, contemporâneas, etc.) necessitam de estar em forma e com um peso regulado, de acordo com a sua idade. Não é de todo possível aguentar um dia inteiro de ensaios com quilos de peso extra em cima dos ossos. É um esforço imenso...

Mas esse caminho deve ser percorrido ao longo de anos e não semanas. Sempre respeitando as fases naturais de evolução de um corpo feminino. É sobretudo quando as jovens estão a passar por uma grande mudança hormonal, que resulta em grandes alterações do corpo, que estes dilemas se põem. O corpo leva tempo a adaptar-se à mudança, portanto, professores e pais são responsáveis por educar, informar e orientar durante esse período. Transmitir a serenidade e apoio necessários, recorrendo a um nutricionista credenciado é crucial. É preciso fornecer-lhes uma correcta aprendizagem de como fazer para dar à nossa "máquina" o combustível necessário.

Mas a culpa não pode ser só atribuída a quem padece. A verdade é que há uma grande pressão no meio para se alcançar o corpo perfeito (estereótipos herdados de muitos anos de preconceitos e ideias pré-concebidas). Sob pena de se ser ostracizado (não se passar de ano, não se adquirir determinado papel, não se evoluir na carreira ou até ser-se humilhado), vale tudo para se conseguir chegar lá. É preciso ter-se uma grande bagagem emocional, muita confiança e segurança em si próprio para passar por tudo isto.

Como disse, não vejo uma solução exacta para este problema, mas o caminho será o ensino, atempado, de uma boa prática alimentar. Adquirindo bons hábitos, ganha-se uma base mais segura para fazer frente aos vários obstáculos com que se depararão.
Não só por motivos de saúde, mas até para atingir melhores resultados. Não entendo porque é que não há o mesmo cuidado com a Dança, em termos de acompanhamento nutricional, como com qualquer outro desporto de alta competição. O desgaste físico e psicológico é igual ou superior a muitos deles. E também tem uma carreira tão curta quanto.

E assumo que eu própria não tive esse acompanhamento e essa preocupação durante o meu crescimento. Nem quando já era profissional. Por isso, reconheço, conscientemente, o grande erro que fiz. Tenho a CERTEZA que teria sido muito mais eficiente se o tivesse feito...
Os maus hábitos que tinha revelaram-se assim que parei pela primeira vez na minha vida. Trabalhar com o corpo durante 7 horas por dia (por vezes mais) permite-nos fazer muitas asneiras, mas quando se é forçado a fazer uma mudança e essa rotina desaparece... Aparecem muuuuuitos quilos na balança :).
Tive que começar do zero, reaprender e olhar para os alimentos de um modo completamente diferente. Mas nunca o conseguiria sózinha. Procurei alguém para me orientar nesse novo caminho e fui acompanhada por uma nutricionista que me mostrou o quão longe estava de ter uma vida saudável. Parecia impensável...Afinal, com tanto exercício, não era assim tão saudável! Pois não... Devia ter-me lembrado disso antes. Um eterno obrigada e beijinho especial para a nutricionista Mariana Chaves ;), que aturou-me muito e foi um grande apoio, bem necessário.

Daí fazer o alerta urgente para que se olhe com outros olhos para a área da nutrição. Não, não se é obcecado por dietas porque se vai a uma nutricionista. O termo "dieta" tem uma conotação errada e depreciativa. "Dieta" é o nosso regime, a nossa escolha, o nosso "menu" para o dia-dia. A dieta só nos faz mal se fôr temporária, ela deve ser um hábito para a vida.
Deixo-vos uma frase do livro recentemente publicado da Mariana: " O metabolismo é mestre, quando está mais preguiçoso a alimentação tem de mudar!"
Eu mudei.

Até para a semana.


Susana

Diary Entry#13 - E apesar de não ser a primeira vez...

sexta-feira, abril 15, 2016
PT
As grandes mensagens chegam muitas vezes quando menos e da forma que menos esperamos.

Não era a primeira vez que ouvia aquela canção. Aliás, ouço-a bastantes vezes no rádio do carro, enquanto conduzo de um lado para o outro. Mas nunca tinha prestado muita atenção à sua letra completa.
Até que, no outro dia, o locutor explicava um pouco sobre a mesma e sobre a banda que a interpreta. E pela primeira vez "ouvi-a" até ao fim.

É uma canção que fala sobre crescer/envelhecer. Com mensagens que poderiam muito bem ser as de uns quaisquer pais para um filho. Acerca de objectivos para uma vida. Identifico-me com ela porque fala sobre a idade da minha filha.

A canção - 7 years old
A banda - Lukas Graham

A canção retrata as conversas que o vocalista, que dá o nome à banda, tinha com os seus pais na sua pequenina cidade na Dinamarca acerca dos seus objectivos e valores para a vida.

Ela tem agora 7 anos e eu posso dizer "Logo, terei 60 anos". Fez-me pensar... Perdoem-me a lamechice mas tocou-me profundamente.



"Uma vez tinha eu 7 anos,  a minha mãe disse-me
Vai fazer alguns amigos ou ficarás sozinho
Uma vez tinha eu sete anos

Era um mundo muito grande, mas nós pensavamos que eramos maiores.
Levando-nos uns aos outros aos limites, estávamos a aprender rápido.
Aos onze fumando erva e bebendo bebidas alcoólicas
Nunca ricos, então saímos para ganhar aquele valor certo

Uma vez tinha eu onze anos, o meu pai disse-me
Arruma uma mulher ou vais ficar sozinho
Uma vez tinha eu onze anos

Eu sempre tive este sonho, como o meu pai antes de mim
Então eu comecei a escrever estórias, comecei a escrever músicas
Algo sobre a glória, sempre pareceu me aborrecer
Porque apenas aqueles que eu realmente amo me conhecerão verdadeiramente

Uma vez tinha eu vinte anos, minha história foi contada
antes do Sol da manhã, quando a vida era sozinha.
Uma vez tinha eu vinte anos

Eu só vejo meus objetivos, não acredito no fracasso
Porque eu sei que as vozes pequenas podem torná-lo grande
Eu tenho os meus amigos comigo, pelo menos os que me apoiam
E se nós não nos encontrarmos antes de partir, eu espero ver-vos mais tarde

Uma vez tinha eu vinte anos, a minha história foi contada
Eu escrevia sobre tudo, eu vi antes de mim
Uma vez tinha eu vinte anos

Logo teremos 30 anos, nossas músicas terão sido vendidas
Teremos viajado pelo mundo inteiro e ainda estaremos caminhando
Logo teremos 30 anos.

Ainda estou a aprender sobre a vida
A minha mulher deu-me filhos
Para que eu lhes cante todas as minhas músicas
E possa contar-lhes estórias

A maior parte dos meus amigos estão comigo
outros ainda andam à procura de glória
E alguns eu tive que deixar para trás
Meu irmão, desculpa-me

Logo terei 60 anos, meu pai tinha 61
Lembre da vida e então a sua se tornará melhor
Eu fiz o meu homem tão feliz quando lhe escrevi uma carta uma vez
Eu espero que os meus filhos me venham visitar, uma ou duas vezes por mês

Logo terei 60 anos, acharei que o mundo é frio
Ou terei um monte de filhos para me aquecer
Logo terei 60 anos

Logo terei 60 anos, acharei que o mundo é frio
Ou terei um monte de filhos para me aquecer
Logo terei 60 anos

Uma vez tinha eu 7 anos, a minha mãe disse-me
Vai fazer alguns amigos ou ficarás sozinho
Uma vez tinha eu sete anos

Uma vez tinha eu sete anos."


Healthy Eating#2 - Not milk nor yogurt. What is it?

quinta-feira, abril 14, 2016
PT
Eis o meu pequeno-almoço de todos os dias! Vario muito pouco, quase nada. A única mudança ao longo do ano é a fruta. Quase sempre frutos vermelhos. E vou variando consoante os frutos disponíveis. Na época da romã, romã! Framboesas, mirtilos, amoras, morangos e, quando em falta, maçã.

E este era basicamente o meu pequeno almoço antes da "entrada" na minha vida da nutricionista Mariana Chaves :-) E é um exemplo perfeito do que ela tem de melhor. A capacidade para ouvir e perceber os gostos e hábitos de cada paciente e tentar adaptar à nova dieta.

Antes, junto com os frutos, comia cereais Fitness. Gosto de cereais crocantes e creio que já era uma escolha saudável mas, claro está, com algum açúcar e ela convenceu-me a substituir por flocos de aveia.

São 3 colheres de sopa. Mas atenção. Uma dica que faz toda a diferença no sabor e, se ainda, não o fazem, aconselho vivamente. Torrar durante 1 minuto os flocos numa frigideira (a seco) faz uma diferença imensa.

Mas a outra grande "descoberta" na minha alimentação não foi a aveia. Em vez do iogurte líquido magro que deitava por cima da fruta e dos cereais...Kéfir!  Kéfir de cabra magro. Fantástico. Sinto-me tão melhor com estas mudanças e já não me imagino a comer diferente. Bem, de vez em quando acrescento um pouco de granola pois adooooro! Gosto de comida crocante :-)

 Hoje em dia, quando não consigo encontrar o Kéfir e tenho de voltar ao "velho" iogurte líquido, sabe-me a pouco... fiquei viciada!

Conhecem? Não? Um verdadeiro superalimento!

O kéfir é basicamente leite fermentado pela acção de grãos probióticos (grãos de kefir). Esses grãos são micro-organismos cujo metabolismo consome a lactose além de sintetizar ácido láctico, a lactase e outras enzimas que ajudam a digerir a lactose restante depois da bebida ingerida.
(Grãos de Kéfir)

É uma boa fonte de proteína, de cálcio e é rico em vitamina B12, B1 e vitamina K. É uma fonte excelente de biotina, a vitamina B que aumenta a assimilação das outras vitaminas do complexo B. Os grãos de kefir têm propriedades antitumorais, antibacterianas e antifúngicas e aceleram o metabolismo, ajudando no processo de emagrecimento.

O Kéfir pode ser feito em casa mas eu, confesso, não me atrevo a tentar. Compro no Celeiro e já está. Um frasco de kéfir de cabra magro é a minha dose para 4 dias. São servidos?





ENG
This is my everyday breakfast! I don´t change much of it. The only change during the year is the fruit I put in. Preferably, red berries but it depends on the availability. When pomegranate is in season, pomegranate!  Raspberries, blueberries, blackberries, strawberries and, when needed, apple. 

This was already my breakfast prior to the "entry" in my life of the Nutrinionist Mariana Chaves :-) And what a good example it is of what she´s best at. The ability to listen and understand what her patients like and what are their eating habits and trying to adjust it into the new diet.

Before, along with the fruit I ate Fitness cereals. I like crunchy cereals and I think it was already a healthy choice but, of course, it has quite a reasonable amount of sugar so she convinced me  to change to oatmeal flakes.

3 tablespoons. But attention. One tip that makes a huge difference in the taste of it. On a saucepan, roast for a minute the oat flakes- You´ll see the big difference it makes. 

The other great finding in my eating isn´t oatmeal. Instead of the fat-free liquid yogurt I used to pour on top of the fruit and cereals... Kéfir!  Fat-free goat Kéfir. Fantastic. I feel so much better now, with these changes, and I don´t see myself any longer eating anything different. Well, from now and then. I add a small amount of granola. I looove it! I like crunchy food.


 Now, when I can´t find Kefir in stores, I have to go back to the old fat-free liquid yougurt and it doesn´t satisfy me...I´m hooked!  

Do yoy know it? No? Truly a superfood!

 Kéfir is basically fermented milk by the action of probiotic grains (kefir grains). These are micro-organisms which metabolism consumes lactose and synthesize lactic acid, lactase and other enzymes that help to digest the lactose left immediately after drinking the beverage. 
(Kefir grains)

It´s a good source of proteins, calcium and is rich in vitamin B12, B1 and vitamin K. A good source of  biotin, the B vitamin that enhances the assimilation of other B complex vitamins. The Kefir grains have antitumor, antibacterial and antifungal properties and they increase our body metabolism, helping on weight-loss programs.

Kefir may be made at home but I have to say I don´t even try it. I buy it in stores, at Celeiro One jar of Kefir is my 4 days' correct portion. Do you want some? 



SS16 Trend#6 - Off-the-shoulder

quarta-feira, abril 13, 2016
(Fonte:Pinterest)
PT
Off-the-shoulder que é como quem diz, de ombros descobertos. Uma tendência forte desta estação com muita oferta já disponível nas lojas.

Na minha opinião, não é uma tendência "fácil". Gosto muito de ver mas não acho que me fique bem. Há que conhecer o nosso corpo e escolher o que nos valoriza. Não muito, mas tenho os ombros algo estreitos e acho que este corte não valoriza corpos assim, ao aumentar o volume na zona do peito e retirando "peso" nos ombros. Ora se os mesmos já forem estreitos... E piora, no caso de alguém com peito grande.

Claro que não é preciso ser uma supermodelo para poder usar blusas assim! Mas para quê comprar algo que é "moda" mas não nos fica bem, não concordam?

Por falar em supermodelo, uma das minhas modelos favoritas, da famosa década de 90, da era das Top Models - de Christy Turlington, Linda Evangelista, Cindy Crawford, Karen Mulder, Claudia Schiffer e Naomi Campbel - era Yasmeen Ghauri.  Chanel, Hermés, Christian Lacroix, Gianni Versace, Valentino...estava em todas!

Um corpo escultural com proporções perfeitas e uns ombros absolutamente deslumbrantes! :-D
Quem se recorda dela nos anúncios ao perfume da Givenchy Organza, com o seu vestido ao estilo de deusa grega? 

Para mim, seria a modelo ideal para peças off-the-shoulder :-D
2. T-shirt Oysho Crochet - €17,99
3. Top Asos - €34,99
4. Camisa Uterque - €59

1. Blusa H&M - €19,99
3. Blusa Zara - €29,95
4. Top com folhos Zara - €29,95
6. Blusa H&M - €19,99
8. Blusa Zara - €22,95